Mo Farah se pronuncia sobre refazer testes antidoping

Por Jane McGuire, da Runner’s World UK

Mo Farah se pronuncia sobre o caso Nike Oregon Project
Foto: Shutterstock

Mo Farah foi ao Twitter ontem (21) fazer um pronunciamento a respeito das novidades sobre o caso Nike Oregon Project. O atleta de elite, que treinou com Alberto Salazar de 2011 até 2017, disse que ficará feliz se tiverem que testar novamente suas amostras de urina e sangue. Isso aconteceu logo depois que a Agência Mundial Antidoping (Wada) anunciou que investigará todos os atletas tutorados por Salazar. 

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Alberto Salazar, ex-técnico do Nike Oregon Project, foi banido por quatro anos por violações de doping em 2019. Farah deixou a equipe do treinador em 2017, no mesmo ano em que ele começou a ser investigado pela Wada. 

Na sexta-feira passada (17), a Agência Antidoping do Reino Unido (UKada) afirmou que precisaria de “evidências confiáveis” de drogas nas amostras de todos os corredores nascidos no país antes de entregá-las à Wada. 

Farah se pronuncia sobre o caso Nike Oregon Project

Ontem, o bicampeão olímpico foi ao Twitter para responder. Ele disse: “Vi relacionarem o meu nome com os últimos pronunciamentos da UKada e Wada sobre possíveis novos testes antidoping.”  

“Só para esclarecer, não fui consultado sobre isso. E, como já disse muitas vezes, estou feliz se qualquer órgão antidoping precisar testar uma das minhas amostras anteriores a qualquer momento.”

Farah sempre negou veementemente violar qualquer regra. No início deste mês, ele disse que teria sido o “primeiro a sair” se soubesse que Salazar estava envolvido em questões de doping.

Na segunda-feira (20), a atleta britânica Jessica Judd disse que a situação era “embaraçosa”. Judd afirmou: “A quantidade de amostras que os atletas dão e que não são testadas novamente é embaraçosa. Por que as pessoas querem manter seus dados em segredo? E todo mundo ainda se pergunta por que o atletismo está morrendo devido às drogas.”

Farah confirmou, no ano passado, que voltará à pista para disputar as Olimpíadas de Tóquio 2020 para defender seu título nos 10.000 metros.

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